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história do Pará (cabralzinho)
Francisco Xavier da Veiga Cabral da Câmara (Bragança,9 de Dezembro de 1690 — Bragança,18 de Dezembro de 1761) foi um militar português. Serviu como Governador das Armas da Província de Trás-os-Montes e foi Marechal de Campo. Foi promovido a Sargento-Mor de Batalha em 12 de Janeiro de 1754, posto posteriormente designado como Marechal de Campo em virtude do Decreto de 5 de Abril de 1762. Em 5 de Novembro de 1731 casa com D. Rosa Joana Gabriela de Morais Pimentel, de quem teve dezoito filhos, entre os quais merecem destaque: Francisco Antônio da Veiga Cabral da Câmara, 1ºVisconde de MirandelaSebastião Xavier da Veiga Cabral, Marechal de CampoDom António Luís da Veiga Cabral e Câmara, 27º Bispo de Miranda e 3º de BragançaJoana Francisca Josefa da Veiga Cabral e Câmara, 2ª Viscondessa de Mirandela
Guarda negra.
CAPOEIRA E POLÍTICA. UM DOS FENÔMENOS MAIS COMENTADOS – E MENOS ESTUDADOS – DA HISTÓRIA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL, AO FINAL DO SÉCULO XIX, FOI A CHAMADA GUARDA NEGRA. A IMAGEM POPULAR QUE SOBREVIVEU DESSE EPISÓDIO É A DE GRUPOS DE EX-ESCRAVOS QUE, AGRADECIDOS PELO DECRETO QUE PÔS FIM À ESCRAVIDÃO NO IMPÉRIO DO BRASIL, ASSINADO PELA REGENTE DO TRONO, A PRINCESA ISABEL, SE MOBILIZARAM CONTRA OS ADVERSÁRIOS DO REGIME MONÁRQUICO, IMPUTANDO A ESTES A VONTADE DE DERRUBAR A COROA, COMO REFLEXO DO INCONFORMISMO COM A LEI ÁUREA. Antes que um fenômeno apertado na estreita margem entre o 13 de maio de 1888 e o 15 de novembro de 1889, a Guarda deita raízes mais profundas em outra manifestação da cultura brasileira, que, somente há poucos anos, começou a ter sua história retirada das sombras: a capoeira. Vista por décadas como manifestação trazida da África, desenvolvida pelos escravos nas senzalas dos primórdios da colônia e transplantada para o Quilombo dos P...
